quinta-feira, 18 de abril de 2019
domingo, 25 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
AMOR AO PRÓXIMO, COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE (25-11-2017)
Nada melhor que videos pertinentes para sensibilizar as pessoas a respeito do amor ao próximo. Neles podemos perceber a importância da prática da cooperação e solidariedade no nosso dia-a-dia. Por isso, no nosso último encontro de Ensino Religioso vimos os videos abaixo:
CORRENTE DO BEM
Esse filme é possível assistir on line através do link a seguir:
No youtube podemos encontrar o mesmo filme, porém, o vídeo está acelerado e o áudio alterado como podemos conferir a baixo:
Foi proposto aos alunos uma produção textual na qual devem relatar detalhes do filme e comentá-los com base no tema da aula.
terça-feira, 31 de outubro de 2017
EXERCÍCIO DE ENS. RELIGIOSO (28-10-2017)
1) Onde começa a paz?
2) O que é um Estado
Laico?
3) O que afirma a
Constituição da República Federativa do Brasil a respeito da nossa liberdade,
principalmente de manifestações religiosas?
4) Qual a solução para
tantos tipos de violência que a sociedade brasileira vivencia?
5) O que é o Movimento
Internacional pela Paz?
6) Quais grupos de
pessoas da sociedade brasileira tem se engajado na divulgação da cultura de
paz?
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
ENSINO RELIGIOSO E CULTURA DE PAZ, DIÁLOGO COM O SAGRADO (Adaptado)
A sociedade brasileira se depara todos os dias com violência
na família, contra mulheres e crianças, no trânsito, nas drogas, nos meios de
comunicação, violência (ainda) da pobreza e da falta dos sonhos. Qual a solução
para tantas formas de violência? Há quem busque a paz?
Onde começa a paz? A pergunta nos direciona ao caminho do
raciocínio e a procura de meios, entre eles, o diálogo como instrumento para
isso. Ao destacarmos a importância do diálogo, abordando a questão dos direitos
que todos de ter ou não ter religião destacamos que o diálogo inter-religioso é
gerador do respeito à diversidade religiosa e grande estimulador da paz.
O Estado Brasileiro é Laico, significa que não deve haver
uma religião oficial e sim, o dever de garantir a liberdade religiosa. Essa
liberdade é um dos direitos fundamentais da humanidade como afirma a Declaração
Universal dos Direitos Humanos, de 1948. A liberdade religiosa é fundamental,
mas, ao mesmo tempo, tão desrespeitada. Ainda sim, percebe-se no mundo inteiro
que em vários momentos da história os líderes religiosos e espirituais se
reúnem para firmar compromisso pela Paz.
Direitos Humanos e Intolerância Religiosa: Diálogo
Inter-Religioso é Preciso
Os Direitos Humanos são direitos que visam defender os
valores mais preciosos da pessoa humana, ou seja, a solidariedade, a igualdade,
a fraternidade, a liberdade, a dignidade. Então, busca-se uma verdadeira
conscientização da sociedade de que os direitos humanos devem ser defendidos
independente de raça, cor, religião, orientação sexual, pois somos todos
diferentes, não existe ninguém igual!
No que
confere ao princípio da igualdade, sua essência está no respeito às diferenças
existentes, dando a todos, sem distinção, tratamento igual, pois acima de tudo
somos seres humanos onde precisamos resgatar a dignidade da pessoa humana.
O
dizem alguns documentos oficiais?
Afirma
a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, em seu Art. 5º e
inciso VI: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo
assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantia, na forma da lei,
a proteção aos locais de culto e suas liturgias” (BRASIL, 1988). E diante da
pluralidade, que foram constituídas por várias raças, culturas, religiões,
nossa formação enquanto brasileira e brasileiro nos permitem que sejamos
iguais, tendo cada um suas diferenças.
A
Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, no seu Art. XVIII assim
declara:
Toda pessoa tem o direito à liberdade de
pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de
religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo
ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente,
em público ou em particular (ONU, 1948).
Cada pessoa com a sua cultura têm o direito de professar a
religião bem como o modo próprio de pensar e de reverenciar sua divindade e
nesta compreensão cria-se a possibilidade de refletir de forma crítica sobre o exercício
da tolerância religiosa por meio do diálogo inter-religioso.
É perceptível o quanto se fala em tolerância religiosa
atualmente no Brasil. No contexto religioso a ideia de intolerância parte da
visão que muitas pessoas têm de que a sua religião é única autêntica, poderosa
e com essa visão não abre mão deste padrão e com isso não se dão a oportunidade
de conhecer outras culturas, outras religiões e isso muito contribui para a
falta de respeito com pessoas que professam religiões diferentes, outras cosmovisões.
O
Movimento Internacional pela paz
O Movimento Internacional pela Paz é uma iniciativa da
sociedade que se preocupa com a violência, a intolerância, principalmente a
religiosa. Vários estados brasileiros estão investindo na cultura de paz e desenvolvem
ações que promovem reflexão sobre atitudes pacificadoras possíveis de serem
seguidas por todos.
A paz pode estar relacionada ao conceito de guerra, mas não
é só, ela está para além da guerra. Paz deve ser compreendida como um processo
contínuo de vontade de mudança de hábitos, comportamentos, modo de viver que
promovam uma cultura da não intolerância, da não violência.
Brasileiros e brasileiras dos mais variados lugares e
independentemente de ideologias, religiões ou partido político se empenham para
a construção de uma cultura da paz que nasce em cada pessoa e depois como uma
onda se expande para as demais. Artistas, intelectuais, religiosos e outros
trabalham em prol desse objetivo que a título de exemplificação destaca-se o
cantor e compositor Nando Cordel e o palestrante Divaldo Franco.
Ensino
Religioso e a Cultura de Paz
O fenômeno religioso existe na sociedade, e a escola,
através do Ensino Religioso trabalha o conhecimento sobre esse fenômeno em sala
de aula na perspectiva de uma formação que favoreça a convivência e a paz entre
as pessoas que comungam diferentes crenças.
Esse ensino precisa considerar a compreensão
do fenômeno religioso presente nas diferentes tradições culturais religiosas e
o diálogo, o respeito e a compreensão dessa diversidade tornam-se
indispensável. Os que lecionam Ensino Religioso precisam ter o
cuidado de não utilizar o espaço público para privilegiar uma determinada
tradição cultural. Ensino
Religioso como disciplina deve promover o respeito entre os estudantes e incentivar
a convivência humana entre pessoas com convicção religiosas diferentes, com
pessoas que se denominam sem religião, ateias ou pertencentes a várias
religiões.
Considerações
finais:
Para se construir uma sociedade mais justa, mais
igualitária e que respeite os Direitos Humanos é fundamental, que cada um
comece por si mesmo a fazer um exercício de Paz Interior e exercite uma mudança
de atitude, de ações e valores além de comportamentos que visem à construção de
um mundo bem melhor de se viver, através da Paz Ambiental e Paz Social.
O Ensino Religioso é
fundamental para o estudante, pois o ajuda a lidar com os conflitos religiosos
existentes na sociedade, não os ignorando, nem os radicalizando, mas tenta-se
superá-los.
terça-feira, 26 de setembro de 2017
EXERCÍCIO DE ENS. RELIGIOSO
Este exercício é a respeito dos textos dispostos neste blog logo abaixo desta postagem:
- COMO O MUNDO ISLÂMICO QUER QUE AS MULHERES SE VISTAM?
- CULTURA AFRO-BRASILEIRA SE MANIFESTA NA MÚSICA, RELIGIÃO E CULINÁRIA
- A FUNÇÃO POLÍTICA DO PENSAMENTO RELIGIOSO
1) Qual roupa é mais adequada para uma mulher em
um país islâmico? E elas têm o direito de escolher o que vestir?
2) O
Alcorão, o livro sagrado do islamismo, determina a forma que a mulher mulçumana
deve se vestir? O que ele diz a esse respeito?
3) A cultura afro-brasileira é resultado de quais influências?
E como ela se manifesta na sociedade brasileira?
4) A partir de que período histórico a cultura
afro-brasileira passou a ser considerada como identidade nacional?
5) Como a cultura afro-brasileira passou a fazer parte dos conteúdos
estudados nas escolas brasileiras?
6) Cite três alimentos que faz parte da cultura afro-brasileira
e que são usados como oferenda em rituais religiosos como oferenda aos orixás?
7) Cite duas expressões musicais afro-brasileiras
que estejam vinculadas a praticas religiosas?
8) Existe uma função política dos pensamentos
religiosos?
COMO O MUNDO ISLÂMICO QUER QUE AS MULHERES SE VISTAM?
Qual roupa é mais adequada para
uma mulher em um país islâmico? E elas têm o direito de escolher o que vestir? Essas
perguntas foram feitas recentemente por pesquisadores da Universidade de Michigan em sete países árabes. O
resultado foi divulgado pelo instituto Pew Research.
Em média, 62% dos entrevistados acham
que uma mulher não pode escolher o que vestir. No Egito é
onde mais se pensa assim: 86%. A Tunísia é o
país mais liberal nesse sentido, onde 56% defende o direito de escolha da
mulher.
O que é mais adequado?
Na pergunta “Que estilo de roupa
é apropriado para mulheres em público?”, os entrevistados receberam um cartão
com seis imagens de estilos diferentes. Eles deveriam apontar o que achavam o
mais adequado. Não havia legendas nas fotos, indicando como se chamava cada
tipo de roupa.
Em 5 dos 7 países, a maioria preferiu o
hijab, o véu que cobre cabelo e orelhas, mas deixa todo o rosto à mostra. A Arábia Saudita é o país mais conservador, onde 63% preferem
a niqab, que cobre todo o rosto, deixando apenas os olhos de fora. Lá, é alta também a preferência
pela burqa, que tampa completamente o rosto e cabeça da mulher. Elas enxergam
por uma espécie de rede. Já no Líbano, quase
metade acha adequado uma mulher andar sem véu, com o cabelo solto. Essa
porcentagem é alta, também, na Turquia.
Leis
O Alcorão, o livro sagrado do
islamismo, não fala objetivamente sobre como as mulheres devem se vestir ou
não. Ele diz que elas devem se vestir de maneira “modesta e decente”. Fala,
também, em cobrir corpo e cabeça durante as orações e quando estiverem em meio
a homens que não são seus parentes.
O texto, assim, deixa margem para
interpretação sobre o quanto e como rosto e corpo devem ser cobertos. Em países
como Afeganistão e Arábia Saudita, a interpretação é extrema e muitas mulheres
usam a burqa, que cobre totalmente o corpo. É a exigência de muitos grupos
extremistas que dominam diversas regiões, como o Taleban.
Já em países como Egito e Líbano,
mais influenciados pela cultura ocidental, mostrar o rosto ou um pouco do
cabelo já é mais aceito.
CULTURA AFRO-BRASILEIRA SE MANIFESTA NA MÚSICA, RELIGIÃO E CULINÁRIA
O Brasil tem a maior população de
origem africana fora da África e, por isso, a cultura desse continente exerce
grande influência, principalmente, na região Nordeste do Brasil. Hoje, a cultura
afro-brasileira é resultado também das influências dos portugueses e indígenas,
que se manifestam na música, religião e culinária.
Devido à quantidade de escravos
recebidos e também pela migração interna destes, os estados de Maranhão,
Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São
Paulo e Rio Grande do Sul foram os mais influenciados.
No início do século XIX, as
manifestações, rituais e costumes africanos eram proibidos, pois não faziam
parte do universo cultural europeu e não representavam sua prosperidade. Eram
vistas como retrato de uma cultura atrasada.
Mas, a partir do século XX,
começaram a ser aceitos e celebrados como expressões artísticas genuinamente
nacionais e hoje fazem parte do calendário nacional com muitas influências no
dia a dia de todos os brasileiros.
Em 2003, a lei nº 10.639 passou a
exigir que as escolas brasileiras de ensino fundamental e médio incluíssem no
currículo o ensino da história e cultura afro-brasileira.
Música
Na cultura africana, a música é
um elemento indispensável no cumprimento de certos ritos sociais e religiosos.
Os instrumentos musicais não servem apenas para tocar, aparecendo,
similarmente, como veículos de correspondência com os outros e com a divindade.
Por vezes, adquirem o poder de invocar entes espirituais com fins curativos e,
em alguns casos, tornam-se mesmo a voz da divindade e dos antepassados.
Presente no Brasil, o maracatu
servia para denominar um ajuntamento de negros. Os cortejos das nações em
homenagem aos Reis do Congo passaram a acontecer no carnaval, e eram chamados
de maracatus. Tinha no passado uma característica altamente religiosa,
dançavam-se mais em festas religiosas diante das igrejas,e algumas vezes em
festas cívicas.
O afoxé é de Origem Africana, apresenta
no seu contexto elementos ligados a religiosidade dos africanos aqui no Brasil
que para estes adeptos principalmente do Candomblé Jeje-Nagôs é quase que uma
obrigação levar o axé (energia positiva) aos festejos que participam. Os
antigos Afoxés ao se prepararem para desfilar sobretudo no Carnaval
,primeiramente eram preparados espiritualmente seguindo os Rituais do Candomblé
nos Terreiros,com oferendas aos Orixás,pois eram adeptos ou muito ligados a
esta Religião. Os Cantos e a dança executados durante o desfile estão também
ligados ao Candomblé , o canto é em língua Nagô,os instrumentos musicais mais
utilizados são os 3 atabaques( ru,rumpi,le),agogô ou gam,xerê.
A principal influência da música
africana no Brasil é, sem dúvidas, o samba. O estilo hoje é o cartão-postal
musical do País e está envolvido na maioria das ações culturais da atualidade.
Gerou também diversos sub-gêneros e dita o ritmo da maior festa popular
brasileira, o Carnaval.
Mas os tambores de África (usados
também em rituais religiosos) trouxeram também outros cantos e danças. Além do
samba, a influência negra na cultura musical brasileira vai do Maracatu à
Congada, Cavalhada e Moçambique. Sons e ritmos que percorrem e conquistam o
Brasil de ponta a ponta.
Capoeira
Inicialmente desenvolvida para
ser uma defesa, a capoeira era ensinada aos negros cativos por escravos que
eram capturados e voltavam aos engenhos. Os movimentos de luta foram adaptados
às cantorias africanas e ficaram mais parecidos com uma dança, permitindo assim
que treinassem nos engenhos sem levantar suspeitas dos capatazes.
Durante décadas, a capoeira foi
proibida no Brasil. A liberação da prática aconteceu apenas na década de 1930,
quando uma variação (mais para o esporte do que manifestação cultural) foi
apresentada ao então presidente Getúlio Vargas, em 1953, pelo Mestre Bimba. O
presidente adorou e a chamou de “único esporte verdadeiramente nacional”.
A Capoeira é hoje Patrimônio
Cultural Brasileiro e recebeu, em novembro de 2014, o título de Patrimônio
Cultural Imaterial da Humanidade.
Culinária
Outra grande contribuição da
cultura africana se mostra à mesa. Pratos como o vatapá, acarajé, caruru,
mungunzá, sarapatel, baba de moça, cocada, bala de coco e muitos outros
exemplos são iguarias da cozinha brasileira e admirados em todo o mundo.
Mas nenhuma receita se iguala em
popularidade à feijoada. Originada das senzalas, era feita das sobras de carnes
que os senhores de engenhos não comiam. Enquanto as partes mais nobres iam para
a mesa dos seus donos, aos escravos restavam as orelhas, pés e outras partes
dos porcos, que misturadas com feijão preto e cozidas em um grande caldeirão,
deram origem a um dos pratos mais saborosos e degustados da culinária nacional.
Algumas comidas de origem
africana também estão associadas ao culto afro, onde servem como oferenda.
Vejamos algumas comidas oferecidas aos orixás:
·
Dendê a
Oxalá
·
Pipoca a
Obaluaiê e Oxumaré
·
Tapioca a
Oxum
·
Fígado de animais a Iansã, Ossaim
·
Miúdos em geral Iansã, Nanã
·
Rabada a Xangô
·
Sangue a Todos
A FUNÇÃO POLÍTICA DO PENSAMENTO RELIGIOSO
A religiosidade representa para a
sociedade uma parte importante de suas atividades. Nas sociedades antigas a
função da política da religiosidade era integrada na sociedade. Isto significa
que não se via muita distância entre as manifestações religiosas e as outras
organizações sociais existentes.
Nas tradições religiosas dos
indígenas e de aborígenes australianos há esta integração. O que há de elemento
cultural está intimamente associada às manifestações religiosas e vice-versa.
As implicações que a política tem sobre esse tipo de sociedade influenciam
diretamente nas ideologias religiosas.
Na Idade Média as implicações da
ideologia religiosa sobre as questões políticas são marcantes. Para os
medievais Deus era o centro e a base para explicar tudo. Não havia ideias
diferentes sobre crença religiosa e o pensamento girava em torno do que
justificasse a único pensamento religioso da época, pensar nas coisas do mundo
identificadas com a existência de um Deus. Na Idade Moderna esse pensamento se
modificou e até se contrapôs ao pensamento medieval. O centro e a base já não é
mais Deus, mas o próprio homem. Os modernos pretendem separar a religião da
política. As ideologias religiosas passam a ser vistas separadas do mundo das
ciências e sua função política já não representam muita coisa no mundo
Ocidental.
No mundo atual, verifica-se uma
grande separação das coisas que são do mundo religioso do mundo político, mas
existe uma função política dos pensamentos religiosos. E qual será esta função?
Os pensamentos religiosos estão presentes nos campos da moral, dos
comportamentos, das artes e das decisões sobre com quem dialogar. Buda
(Sidharta) tomou uma decisão política importante que marcou o Budismo. Ele
decidiu sair dos palácios para se aproximar do outro, e mais especialmente do
sofrimento do outro. Jesus não queria o comércio no Templo e não aceitou como
os judeus queriam julgar os que estavam com fome e colhiam o trigo no dia de
Sábado para o seu próprio alimento. Deus queria que Moisés fosse libertar o
povo da escravidão. A sua aparição na Sarça ardente revela que Deus tinha um
plano para Moisés. No Candomblé, os Orixás encaminham respostas aos crentes
para a prática do bem e defesa da natureza. Os Pajés procuram orientações dos
espíritos para que tragam o bem para a aldeia e vivam em harmonia com a
natureza.
O posicionamento político desses
líderes religiosos revela que os pensamentos religiosos dirigidos para a
prática do bem podem exercer uma função política com significado expressivo.
Nesses casos as religiosidades estão sempre ao lado do “outro”, num diálogo com
os menos favorecidos – os pobres, os que tem fome, os encarcerados, a natureza
– e com a intenção de promover mudança social.
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